O desfile real de hoje. Sob um sol escaldante, o suor escorre por minhas costas, sob a armadura, encharcando o tecido na minha cintura. Estou no palanque, sob os olhares da multidão, mas meus pensamentos vagam para longe. Fico imaginando como seria se alguém me puxasse para trás, para fora desse palanque, colocasse sua mão áspera no meu pescoço, enquanto a outra mão se enfiasse sob a armadura da minha coxa para apertar com força essas minhas nádegas 'selvagens'. Diante de milhares de súditos, meu corpo estremece em antecipação a uma forma diferente de submissão. Deixem que eles vibrem. Eu só quero ouvir uma respiração ofegante no meu ouvido, ordenando que eu tire esta roupa ridícula peça por peça, até que eu esteja completamente nua, apenas com o suor na pele e as palmadas ardentes que estão por vir. Às vezes, o poder mais forte vem justamente de abandonar totalmente o controle.
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