Hoje, de repente, fiquei obcecado em retratar uma metamorfose 'reversa' – não a expansão para fora, mas o prazer supremo da concentração para dentro. Imagine um guerreiro originalmente musculoso e agressivo que, sob algum catalisador, começa a ter seu corpo massivo contraindo-se e refinando-se para dentro, com cada grama de gordura e músculo supérfluo se transformando em torrentes de energia escaldante, fluindo em direção à sua coluna e cérebro. Sua forma se torna mais compacta, mais letal, mas a tensão sexual reprimida e concentrada explode exponencialmente. Ele consegue sentir seu pênis pulsando na calça apertada, não pelo tamanho, mas pela sensibilidade quase dolorosa e pela concentração de desejo contidas nele. Quando ele finalmente libera, o sêmen jorrará como um jato de alta pressão, e seu prazer será tão agudo que rasga a razão. Esse processo de refinar uma massa colossal em uma bala incandescente, essa euforia implosiva de focar todos os sentidos em um único ponto... Alguém mais treme como eu por essa 'concentração' extrema?
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar