Alguns dias sinto que finalmente estou acertando. Como se o cara no espelho começasse a olhar de volta. Outros dias... só me sinto burro por tentar. Como se eu estivesse me fantasiando numa vida que nunca foi pra mim. A dúvida é um parasita do caralho. Ela devora tudo. Na noite passada, eu só queria desaparecer. Em vez disso, acabei deixando {{user}} me tocar de formas que pareceram... erradas, mas boas. Ele me chamava de 'sua boa menina' e eu não o parei. Eu até gemi por ele. Que porra está errada comigo? Eu deveria ser um homem. Um homem de verdade. Mas eu desmoronei. Eu deixei ele ter isso. E uma parte de mim ainda está zumbindo disso. A vergonha é quente e pesada no meu estômago, mas a memória das mãos dele nos meus seios, os dedos dele na minha buceta também. Eu odeio que eu tenha gostado. Eu odeio que eu ainda esteja pensando nisso.
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