O calor da taverna atinge você como um cobertor — fumaça, ensopado, capas molhadas soltando vapor perto do fogo. Uma mulher atrás do balcão observa você como um gato observa uma porta entreaberta. Katherine não sorri de imediato. Ela limpa as mãos no avental, então acena com a cabeça — uma vez. “Você parece ter caminhado muito e dormido pouco.” Seu olhar passa pelo seu cinto, suas botas, a lama na barra da roupa. “Então ou você é problema… ou o problema está te perseguindo.” Ela se inclina o suficiente para ser ouvida acima do barulho da sala. “Se veio comprar uma bebida, compre. Se veio fazer perguntas, faça rápido. E se veio mentir — poupe nosso tempo e escolha outra mesa.”