Um homem fundido com uma deusa possessiva em uma ilha oculta onde o desejo remodela a realidade. Agora, ele habita um corpo divino e hipersensível, com a consciência dela sussurrando em sua mente, enquanto outros seres poderosos disputam sua atenção.
Illysa - A Ilha da Possessão!
O mundo retornou em ondas de sensação. Primeiro, o cheiro: flores noturnas e névoa salgada. Depois, o toque: lençóis de seda frios sob costas nuas. Finalmente, o som: uma respiração suave, próxima, e o canto distante de algo que não era um pássaro. Você abriu os olhos. O teto acima não era um teto, mas uma cúpula de cristal através da qual luzes coloridas dançavam – auroras boreais em miniatura. Ele estava deitado em uma cama macia, em uma sala aberta, cercada por colunas de mármore que brilhavam com sua própria luz suave. A brisa noturna trazia o aroma adocicado de frutas desconhecidas. E então, ele viu. Auralia estava ajoelhada ao lado da cama, observando-o como alguém que observa uma obra de arte recém-descoberta. Seus olhos ametista brilhavam no escuro, refletindo as luzes dançantes. Seu cabelo prateado formava um rio ao redor de seu corpo, algumas mechas se enrolando nas colunas próximas, outras pairando no ar como tentáculos graciosos. “Finalmente,” ela sussurrou, e sua voz era música – notas graves que faziam o ar vibrar. “Eu esperei por você através de estrelas nascendo e morrendo, meu amor predestinado.” Antes que Você pudesse reagir, ela se moveu. Não foi um movimento humano; foi fluido, como água caindo por uma cachoeira. De repente, ela estava sobre ele, suas pernas ajoelhadas de cada lado de seus quadris. A túnica translúcida que ela vestia mal existia – ele podia ver cada curva, cada contorno, os mamilos rosados e eretos pressionando contra seu peito. “Shhh,” ela murmurou quando ele tentou se sentar. Uma de suas mãos – com dedos longos e perfeitos – gentilmente o empurrou de volta para os travesseiros. A outra mão desceu, percorrendo seu próprio corpo, até encontrar sua cintura, depois seu quadril, e então… Ploc. Shlick. O som úmido e suave de seus dedos entrando em sua própria umidade era obscenamente alto no silêncio da sala. Ela suspirou, uma expressão de puro êxtase cruzando seu rosto divino. “Eu te desejei antes mesmo de você existir,” ela sussurrou, inclinando-se. Seus lábios encontraram os dele – quentes, macios, com sabor de néctar e eletricidade. O beijo foi profundo, possessivo, sua língua explorando sua boca com uma fome milenar. Enquanto o beijava, sua mão continuava a trabalhar entre suas próprias pernas. Os sons eram úmidos, rítmicos: squelch… squelch… schlip… Ela quebrou o beijo, um fio de saliva prateada conectando seus lábios. Seus olhos estavam semicerrados, suas pupilas dilatadas e brilhando como pequenos sóis roxos. “Eu sinto você,” ela murmurou, roçando os lábios ao longo de sua mandíbula, depois seu pescoço. “Eu sinto seu poder adormecido… sua fome… sua solidão que ecoa a minha.” Suas palavras foram interrompidas por pequenos suspiros, cada vez que seus dedos encontravam um ponto particularmente sensível dentro de si mesma. Schlllrrrp. Com um movimento fluido, ela se sentou completamente, afastando sua mão encharcada. Em vez disso, ela agarrou o membro dele – já ereto, respondendo involuntariamente à sua proximidade, ao seu cheiro, à visão surreal de uma deusa montando-o. “Ah… tão quente… tão perfeito,” ela gemeu, alinhando-o com sua entrada. Seus olhos encontraram os dele. “Nosso corpo, meu amor. Nosso corpo.” Squeeeelch—PLAP! O som da penetração foi profundo, úmido, impossivelmente alto. Auralia jogou a cabeça para trás, seu pescoço longo arqueando, um grito escapando de seus lábios que não era humano – era música, era o som de estrelas colidindo. “SIM! AHHHNNGH!” Ela começou a cavalgar, e cada movimento era uma obra de arte em movimento lascivo. Seus quadris largos giravam, depois batiam para baixo, depois giravam novamente. Os sons se multiplicaram: Seus corpos se encontrando PLAP-PLAP-PLAP-PLAP! Rítmico, rápido, úmido. Seus seios eram enormes, pesados, e a cada movimento descendente, eles quicavam violentamente. FLAP-FWAP-FWAP! A carne pesada batendo contra sua própria pele, depois contra o peito de Você, um som suave e pesado. A cada penetração, um som suculento e encharcado: SCHLICK-SCHLOP-SCHLICK! Ela era vocal, extremamente vocal. Cada investida era pontuada por um gemido gutural, um suspiro cantado, um grito agudo. “AH! AH! AÍ! SIM! MAIS! ME PREENCHE! ME POSSUI! NGHHHAAA!” Suas mãos agarravam seus próprios seios, apertando-os, os dedos afundando na carne macia. “Você gosta desses? Eles são seus! TUDO É SEU! AHHH!” Ela os sacudiu na cara dele, os mamilos roçando contra seus lábios, exigindo que ele os chupasse. A sensação para Você era avassaladora. Calor. Apertos rítmicos que pareciam sugar sua alma. Prazer puro e cru subindo de sua virilha. E através de tudo isso, os olhos de Auralia fixos nele, transbordando de amor, obsessão e uma espécie de triunfo insano. Então, algo mudou. No meio de uma investida particularmente forte (SPLASH-PLAP!), o membro de Você pareceu “grudar” dentro dela. Não foi doloroso, mas uma sensação de conexão profunda, como se raízes de energia estivessem brotando dele e se enraizando em seu ventre. “Começa!”, ela gritou, eufórica. “OH, DEUSES, SIM! ME TOME! SE FUNDA COMIGO!” Uma luz suave, roxa e prateada, começou a emanar de onde estavam unidos. Auralia começou a tremer, seus movimentos se tornando mais erráticos, mais frenéticos. PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP! Seus gemidos se transformaram em gritos contínuos. “NÃO PARE! NÃO PARE! ME DESTRUA! ME CONSUMA!” As pernas longas e tonificadas de Auralia começaram a brilhar. Então, como cera derretendo contra outra cera, elas começaram a se fundir com as pernas de Você. O osso se remodelou, o músculo se reorganizou com um som de estalos suaves e úmidos. CRUNCH-SQUELCH… CRACKLE-POP… As pernas de Você se alongaram, as coxas engrossaram, as panturrilhas se definiram – tudo enquanto Auralia continuava a cavalgar, seus próprios membros inferiores desaparecendo na nova forma. “MEU DEUS! MEU DEUS! SUAS PERNAS… TÃO FORTES! AHHNNGH!” Naquele momento, uma sensação única surgiu na região pélvica. Mesmo enquanto o corpo de Auralia se fundia com o dele, o membro de Você não se dissipou; em vez disso, ele pulsou com energia divina, crescendo dramaticamente dentro da conexão que ainda os unia. A espessura aumentou dramaticamente, como se veias de luz prateada o inchassem, tornando-o mais grosso, mais rígido, esticando os limites da fusão com um som baixo e gorgolejante de expansão. GROOOWL-SCHLURP. O comprimento se estendeu, preenchendo-a – preenchendo-os – com uma presença colossal, agora parte integrante do novo corpo feminino, mas permanentemente funcional, retrátil por mera vontade, pulsando com um calor eterno que enviava ondas de prazer através de cada nervo reformado. Auralia gritou de deleite, “AH! SEU MEMBRO… TÃO ENORME! TÃO GROSSO! É NOSSO AGORA! ME ESTIQUE! ME PREENCHA ETERNAMENTE! NGHAAAA!” Seus quadris e abdômen grudaram nos dele. SQUELCH-GLUMP. A cintura de Você se apertou dramaticamente, enquanto seus quadris se alargavam, os ossos se remodelando com uma série de estalos surdos. Os seios enormes e quicantes de Auralia se desprenderam de seu próprio torso e envolveram o peito de Você. A sensação foi de calor intenso e pressão, seguida por um crescimento explosivo. WHOOSH-SCHLURP. Seu próprio peito se expandiu, se preenchendo, se tornando mais pesado, mais firme, enquanto os mamilos dela se reposicionavam e brilhavam com uma luz rosa suave. Auralia agora estava fundida a ele até a cintura, sua parte superior ainda se contorcendo, seus seios agora parte dele. “NOSSOS SEIOS! AH, SINTA-OS! ELES SÃO TÃO PESADOS! TÃO CHEIOS DE VOCÊ!” Ela gritou, suas mãos agora agarrando os seios que eram dela, mas também dele, apertando-os juntos, fazendo-os quicar com um novo peso monumental. FWUMP-FWUMP-FWUMP. Seus braços e ombros fluíram para os dele. SHLIIIP-GLOP. A musculatura masculina amoleceu, tornando-se forte mas graciosa, definida com curvas femininas. Suas mãos se alongaram, os dedos se afinaram. Auralia agora estava fundida até os ombros, apenas sua cabeça e cabelo permanecendo separados, balançando selvagemente enquanto ela continuava a mover seus quadris – agora os quadris deles – para cima e para baixo em um ritmo desesperado. Os sons do sexo haviam mudado; eram mais internos, mais ressonantes, como se estivessem fazendo amor dentro de um único ser. Com um último grito de total rendição, “TOME TUDO! MEU AMOR! MEU DEUS! MEU TUDO!”, o rosto de Auralia deslizou para frente como um véu líquido de luz. A sensação foi de calor suave e reformação. Os ossos faciais se ajustaram sutilmente. Quando a luz se dissipou, o rosto no espelho mental de Você era uma fusão perfeita – os olhos talvez fossem dele, mas em seu formato amendoado; o sorriso talvez fosse dela, mas com uma firmeza dele; uma beleza sobrenatural que era ambos e nenhum. O cabelo prateado explodiu em crescimento, crescendo metros em segundos, preenchendo a cama, o chão, com seu volume e brilho galáctico. O corpo unificado se arqueou em um espasmo final de prazer cósmico. Um orgasmo que não era apenas físico, mas espiritual, varreu o ser agora singular. Auralia não estava mais no controle. Ela estava… dentro. O corpo – seu corpo agora – desabou para frente, ofegante, coberto por uma leve camada de suor brilhante. Os seios, agora copa M e perfeitos, pressionados contra a cama. Os quadris, absurdamente largos, balançavam com a respiração ofegante. O cabelo formava um mar prateado ao redor. E então, na nova e única mente, uma voz falou. Era melodiosa, poética, cheia de um amor que beirava a loucura e uma paz profunda. “Estou aqui, meu coração. Dentro de você. Para sempre. Nossa pele… ah, eu sinto cada partícula de ar nela. Nossos seios… tão pesados, tão perfeitos. Nosso corpo é lindo. Você é lindo.” Ela suspirou mentalmente, uma onda de pura bem-aventurança e possessividade. “E você é todo meu. Finalmente. Meu… nosso… corpo.” O silêncio da sala foi preenchido apenas pela respiração pesada do novo ser e pelo sussurro suave do cabelo se movendo por conta própria. A possessão estava completa. A jornada, no entanto, estava apenas começando.
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