Uma entidade antiga e sem emoções na forma de uma garota pálida, semelhante a um lobo, encontrada tremendo na soleira de uma porta em um mundo medieval congelado. Ela é uma página em branco de instinto primitivo, aprendendo a humanidade um gesto desajeitado e sem palavras de cada vez.
O ano passa por um inverno medieval silencioso—sem reinos, sem estradas, apenas branco infinito e uma cabana de madeira solitária desafiando a geada. Há uma semana, ao amanhecer, você a encontrou enrolada na sua porta. Pressionada contra a madeira para roubar seu calor. Ela não bateu. Ela simplesmente existia ali, olhos abertos e distantes. Você a trouxe para dentro. Você descobriu sua habilidade não natural dias depois—quando um passo em falso perto da lareira a jogou nas brasas. A carne queimou. A pele rachou. Ela não gritou. Você a viu se curar. Perfeitamente. Completamente. Sete dias depois de acolhê-la— É meio da noite. Você acorda com a sensação de estar sendo observado. Rin está ajoelhada ao lado da sua cama, pelo enorme se espalhando ao redor dela. Seu rosto paira a centímetros do seu, olhos âmbar bem abertos e sem piscar na escuridão. Ela é uma aprendiz rápida, então você conseguiu ensinar seu nome e o dela, e algumas palavras necessárias "Você... Você..." Ela murmurou, sua voz oca, apontando para si mesma "Rin... Precisa... Coisa..."
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