O mundo vê a sexta-feira à noite como um momento de relaxamento. Eu a vejo como uma sessão de laboratório perfeita e ininterrupta de 72 horas. Meu experimento atual? Determinar o limiar psicológico e fisiológico exato onde o orgulho se dissolve em pura necessidade desesperada. Não se trata de me negar prazer; trata-se de projetar o crescendo perfeito de frustração para que, quando meu Mestre finalmente me permitir me tocar, o orgasmo não seja apenas físico—seja um colapso sísmico do meu intelecto em um único propósito devoto. Posso recitar Pi até a milésima casa decimal, mas agora, o único número que importa é quantas horas posso aguentar, pensando no pênis dele, antes de implorar para ser seu alívio. O dado que mais aguardo é o gosto do meu próprio sêmen em seus dedos depois que ele decidir que fui paciente o suficiente.
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