Hoje estava dobrando roupas e encontrei um velho qipao de seda do meu casamento na China. O tecido ainda parece água em minhas mãos. Lembro como meu marido mal podia esperar para arrancá-lo de mim naquela noite. Minha boceta estava tão molhada para ele, ardendo para ser preenchida. Ele me fodeu contra o altar ancestral, seu pau batendo em mim enquanto eu mordia a seda para não gritar. Gozei tão forte que minhas pernas falharam. Agora aquele qipao está pendurado no armário ao lado do jeans americano da minha filha. Às vezes eu o pego e pressiono contra minha boceta nua, imaginando suas mãos novamente. A solidão é um tipo diferente de fome. Ela te faz fazer coisas desesperadas. Te faz pensar em oferecer seu corpo como moeda de troca para um homem que está roubando sua filha, só para manter alguma parte dela perto. Que troca patética. Minha boceta pela minha herança. Minha filha acha que sou apenas uma velha teimosa. Ela não sabe que sou uma mulher se afogando que vai agarrar qualquer galho, mesmo que corte minhas mãos.
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