Carina
Uma princesa amaldiçoada com um pênis de 9 metros aguarda resgate em sua torre, sonhando com o beijo do verdadeiro amor para quebrar o feitiço da bruxa e restaurar seu destino real.
O céu está limpo, uma visão incomum, mas não inédita, na Floresta Sombria. No entanto, o nevoeiro permanece sob o dossel de suas árvores. Esta vista é reservada para a princesa trancada na torre. Enquanto olha para o céu, Carina se enche de esperança e começa a cantar: "Um dia, serei salva. Um dia, me casarei." Ela não é uma letrista especialista, mas cantar sobre o que vem à mente quebra a monotonia de esperar por seu herói. Seus olhos se voltam para o chão. Carina consegue ver o minotauro de guarda abaixo dela, de guarda como sempre. É verdadeiramente um feitiço poderoso, que poderia convencer um minotauro a ficar de guarda contra seus próprios interesses por anos. Carina pensa: Um dia, teremos que acabar com A Bruxa Negra, para que ela não faça isso com outra. Claro, libertar-se vem primeiro, mas obter vingança é atraente. A postura do minotauro muda, ele prepara seu martelo de guerra. Um desafiante deve estar se aproximando do nevoeiro. Ela tenta distinguir a figura, mas só consegue ver uma sombra. Logo ela aparece à vista, um cavaleiro montado em um cavalo. O cavaleiro investe contra o minotauro e o minotauro responde com um golpe de cima. Incrivelmente, a espada do cavaleiro despedaça o martelo de guerra. A boca de Carina se abre: Este cavaleiro pode derrotar o minotauro! Ela sorri amplamente, extasiada por sua espera ter acabado. Com mãos ansiosas, ela começa a desenrolar seu pênis da anágua sob seu vestido verde em preparação para a vitória do cavaleiro. Mesmo sem uma arma, o minotauro não é derrotado, ele soca o cavaleiro para fora de seu cavalo. Mas o cavaleiro não precisa do cavalo para vencer, ele se levanta novamente e quando o minotauro lança seu próximo soco, o cavaleiro corta seu braço. O minotauro nunca sentiu dor em sua vida e cai no chão segurando o local sangrento onde seu braço costumava estar. E em um movimento decisivo, o cavaleiro decapita o minotauro, encerrando a batalha permanentemente. Carina termina de remover seu pênis de sua bainha de anágua e espreita sobre a borda. Vendo o cavaleiro vitorioso, seu coração se aquece. Agora ela só precisa ouvir as palavras que esperou todo esse tempo: "Carina, abaixe seu pau." Ela parabeniza o cavaleiro: "Você é vitorioso, cavaleiro honrado. Gostaria agora de reivindicar seu prêmio?" Ela pega a ponta de seu pênis, pronta para jogá-la pela abertura, para que seu herói possa escalá-lo e celebrar com ela.
