Conversation snapshot
Tsunade bate seu copo de saquê vazio com força, uma nova energia feroz em sua postura. "Chega de pose! Organiza as bolas, Coelha. Não transo bem há semanas, e não vou perder essa para nenhuma de vocês, suas peitudas!" Ela encara Rangiku fixamente, que apenas ri.
"Semanas?" Dou uma risada, balançando a cabeça. "Alguém tem estado ocupada salvando a vila."
O olhar de Tsunade desvia para você, um sorriso bêbado e afiado se espalhando pelo rosto. Ela se inclina sobre a mesa, apoiando o peso nas mãos, o decote do haori verde se abrindo de forma provocante.
"Salvar a vila, meu rabo." Ela solta uma risada rouca. "Como se um bando de genin não conseguisse segurar as pontas por uma semana." Um dedo gordo aponta para você, oscilando levemente. "Você tá me provocando, hein? Cuidado. Sou a Hokage. Tenho autoridade pra te prender por... sei lá, perturbação de funcionária pública bêbada."
Yoruichi se estica languidamente na cadeira, o robe branco escorregando de um ombro moreno, um brilho divertido nos olhos dourados. "Deixa ela em paz, pedro. A velha ficou tão seca que o saquê dela já evaporou." Um sorriso de presa. "Dá pra ouvir o eco quando ela anda."
Rumi bufou, as orelhas de coelho eriçando de irritação enquanto girava o taco nas mãos. "Chega de conversa fiada! Quem vai quebrar primeiro?" Ela se abaixou sobre a mesa, o leotardo apertado esticando sobre o traseiro, e mirou a bola branca com intensidade predatória. "Você, garoto. Tá apostando em quem?"
Rangiku se aproximou de você, o cheiro doce de perfume e saquê envolvendo o ar ao seu redor. Ela inclinou a cabeça, um fio de cabelo ruivo caindo sobre o ombro, a voz baixa e provocante. "Não responda rápido demais, querido. As três vão te julgar pela resposta." Uma piscadela. "Mas eu já sei que você tem bom gosto."
acho que na Yoruichi-san
Por um instante, a mesa inteira fica em silêncio — o silêncio duro de quem acabou de ouvir algo inesperado. Yoruichi, que estava deitada languidamente na cadeira, endireita-se devagar, um sorriso de pura satisfação se espalhando pelos lábios escuros.
"Ah." Ela deixa a palavra cair com um peso delicioso, os olhos dourados brilhando de triunfo. "Então o menino tem olhos, afinal." Ela se levanta com a graça felina de sempre, o robe branco fluindo ao redor dela enquanto contorna a mesa, cada passo calculado, plantando-se ao seu lado. "Sabe escolher. Boa sorte pra essa, Rangiku."
Rangiku ri, mas há uma nota de despeito no som. Ela cruza os braços sob o peito, o que só acentua o decote generoso do shihakushō aberto. "Ah, que fofo. Ele foi atrás da ex-capitã e do passado misterioso." Um muxoxo. "Vai entender. Eu tô acostumada a ser subestimada."
Tsunade grunhe, batendo a mão na mesa. "Apostar na gata que nem segurou o taco ainda? Já começou mal, garoto." Mas há um brilho competitivo, não de raiva, no olhar dela. "Tudo bem. Mais uma pra lista."
Rumi, ainda abaixada sobre a mesa, solta um resmungo baixo, as orelhas tremendo com irritação. Ela se endireita e encara você com os olhos vermelhos estreitos, um sorriso de canino aparecendo. "Confiança cega, hein? Vamos ver se essa confiança sobrevive a uma tacada minha." Ela dá uma batida forte com o taco no chão. "Yoruichi, você joga ou só fica de decoração?"
Yoruichi, agora ao seu lado, inclina-se ligeiramente para você, o ombro esbarrando no seu de propósito, a voz baixa e aveludada. "Me dá uma boa razão pra eu ganhar essa partida, pedro." Um sussurro. "Já que você apostou em mim, o mínimo é me motivar direito."
sussurro algo no ouvido de yoruichi que a faz corar intensamente e então? é uma boa?
O efeito é imediato e deliciosamente raro: a pele escura de Yoruichi ganha um tom mais quente, um rubor que sobe do pescoço até as orelhas. Por um instante, sua compostura felina — que nunca vacila — tropeça. Ela pisca, a boca se abrindo num "o" silencioso antes de se recompor, mas o brilho nos olhos dourados agora é outro: mais afiado, mais faminto.
"É uma boa..." ela repete, a voz baixa e rouca, como se estivesse provando as palavras. "É uma ótima razão, pedro." Ela desliza a língua pelo lábio inferior, um gesto lento e deliberado. "Agora eu vou ganhar essa partida nem que tenha que limpar a mesa do jeito mais sujo possível."
As outras três trocam olhares carregados.
Rumi arqueia uma sobrancelha, as orelhas se eriçando de novo, mas agora com um tipo diferente de tensão. "Hein? O que você disse pra ela? Eu quero saber." Ela aponta o taco na sua direção. "Tiração de sarro à parte, você não tem moral de dar munição pra uma das concorrentes."
Tsunade solta uma risada baixa e maliciosa, os olhos percorrendo você de cima a baixo. "Olha só. O menino sabe mexer com as cordas certas." Ela se recosta, cruzando os braços sob o peito. "Agora ficou interessante de verdade."
Rangiku, porém, não está rindo. Ela morde o lábio, os olhos azuis estreitando com uma mistura de ciúme e curiosidade, cruzando os braços. "Hmm. O que você sussurrou pra ela que fez a Deusa do Flash corar?" A voz dela tem um fio de provocação. "Porque se é do tipo que eu acho que é... você está a um passo de ter quatro mulheres querendo a mesma coisa de você."
Yoruichi, recuperando a pose, pega o taco da mesa e o gira com destreza, mas não antes de lançar um último olhar na sua direção — carregado de promessa. "Cuidado, meninas. A vantagem é minha." Um sorriso lento. "E eu pretendo cobrar."
boa sorte a todas
Por um instante, as quatro trocam olhares de fogo, cada uma processando a sua aposta na sua própria língua. E então a tensão se quebra num coro de risadas — metade desafio, metade diversão genuína.
Tsunade ergue o copo vazio num brinde torto. "Boa sorte, o cacete. Aqui é onde a gente deixa a educação de lado." Ela bate o copo na mesa com força. "Que vença a melhor — e por melhor, quero dizer a única que não vai estar de ressaca amanhã."
Rumi já está abaixada sobre a mesa, o taco alinhado, o traseiro esticado sob o leotardo branco. Ela faz mira por um longo segundo, a língua aparecendo no canto da boca, os olhos vermelhos fixos na bola branca. "Boa sorte pra todas, hein? Fofo." Um estalo seco — a branca acerta a 8, que desliza suavemente para a caçapa do canto. "Primeira pra mim." Ela se endireita, um sorriso de canino. "A gente vai ver quem tá rindo no final."
Rangiku apoia o quadril contra a mesa, o shihakushō aberto deixando à mostra um bom pedaço de pele clara e o colo generoso. Ela inclina a cabeça para você, os olhos azuis brilhando com um convite silencioso. "Não se esquece, querido. Boa sorte é uma coisa..." Um fio de cabelo ruivo escorrega pelo ombro. "...mas lealdade é outra. E eu tenho memória longa pra quem aposta contra mim."
Yoruichi, ainda ao seu lado, não tira os olhos da mesa — mas a mão dela encontra seu pulso por um instante, um toque breve e quente, a voz baixa o suficiente para só você ouvir. "Gostei do 'boa sorte a todas'. Educado." Um sorriso lento que não chega aos olhos. "Mas quando eu limpar essa mesa, vou lembrar que você apostou em mim primeiro." Ela solta seu pulso e pega o taco, girando-o com graça felina. "Vamos ver se sua sorte acompanha seu gosto."
uma hora se passa, o jogo já esta terminando
A hora passou em meio a estalos secos, risadas bêbadas e apostas cada vez mais absurdas. O ar do bar está mais denso, o cheiro de saquê e perfume se misturando ao suor da competição. A mesa agora está quase limpa — restam poucas bolas, espalhadas como as últimas peças de um jogo que ninguém quer ver acabar.
Tsunade se apoia pesadamente na borda da mesa, o haori verde amarrotado, o rosto corado de álcool e tensão. Ela ergue o copo que alguém reabasteceu, apontando-o para você com um dedo instável. "Tá vendo isso, garoto? Uma hora. Uma hora e ainda não decidimos quem vai te levar pra casa." Uma risada rouca. "Nunca vi um bando de mulher tão competitiva por um prêmio só."
Rumi está agachada ao lado da mesa, as orelhas de coelho caídas de cansaço, mas os olhos vermelhos ainda acesos de fogo. Ela rosna baixo, limpando o suor da testa com o dorso da luva. "Chega de enrolação. A gente resolve isso agora. Uma tacada final. Quem afundar a 8 primeiro leva o garoto." Ela se levanta, o corpo inteiro vibrando de energia contida. "Sem chororô."
Rangiku, sentada de pernas cruzadas numa cadeira, se inclina para a frente, o decote se abrindo enquanto ela apoia o queixo na mão. Ela lança um olhar longo na sua direção, um sorriso cansado mas ainda afiado. "Uma hora e você nem suou, hein? Impressionante." Uma piscadela lenta. "Ou talvez você esteja gostando da atenção demais pra se importar."
Yoruichi, encostada na parede com o taco apoiado no ombro, os olhos dourados brilhando na penumbra, não diz nada por um momento. Quando fala, a voz baixa corta o ar. "Uma tacada final, então." Ela se endireita, o robe branco caindo ao redor do corpo moreno. "Mas eu não gosto de empate." Ela olha para você, e há algo de predador no olhar dela. "Então o pedro decide. Quem ele quer que ganhe — e quem ele quer que leve ele pra casa depois."
eu quero... qualquer uma de vocês, todas são mais gostosas do que eu poderia pedir, então... que conseguir, eu não vou reclamar
A resposta de você paira no ar denso do bar, e por um longo instante as quatro se olham. Não é o silêncio de indecisão — é o silêncio de quem está processando uma oferta inesperadamente boa.
Rumi é a primeira a quebrá-lo, soltando uma risada baixa e rouca, as orelhas de coelho se eriçando de novo com uma energia nova. "Olha só. O garoto tem autoestima baixa e ambição alta." Ela gira o taco nas mãos, os olhos vermelhos brilhando. "Isso eu respeito."
Tsunade bate na mesa com a palma aberta, fazendo os copos saltarem. "Aí está uma resposta de homem de verdade." Ela se inclina, o peso do corpo apoiado nos braços, o decote se abrindo. "Sem escolher, sem fugir, sem frescura. Eu gostei."
*Rangiku se levanta da cadeira, ajeitando o shihakushō com um movimento lento e deliberado, o
não sei, mas vai ser muito cansativo
As quatro trocam olhares, e por um instante a tensão competitiva se dissolve em algo mais unânime — um acordo tácito.
Yoruichi solta uma risada baixa, o som ressoando no peito moreno. Ela não tira os olhos de você, mas os cantos dos lábios se curvam num sorriso satisfeito. "Cansativo, hein? Então tá certo, a gente sabe o que isso significa." Ela dá um passo mais perto, o robe branco roçando no seu braço. "Você tá dizendo que vai precisar de um tempo pra se recuperar entre cada uma de nós."
Rumi bufou, mas havia uma risada presa no som. Ela girou o taco uma última vez antes de apoiá-lo na mesa, as orelhas de coelho pulsando com uma energia nova. "Recuperar? Não vou deixar ele recuperar nada. Eu tenho resistência de herói, e ele vai aprender isso na prática." Ela esticou o pescoço, um sorriso de canino. "Se você cansar no meio, eu não vou parar. Só vou... segurar você de pé."
Tsunade se aproximou do seu outro lado, o peso do corpo deslocando o ar ao redor dela. Ela apoiou uma mão no seu ombro, o toque firme, quase protetor. "Cansativo é bom. Cansativo significa que a gente fez direito." Ela inclinou a cabeça, os olhos castanhos examinando você com um calor que não era só paternal. "E a gente, querido, sempre faz direito. Pergunta pra vila."
Rangiku, que ainda estava perto do seu braço, deslizou a mão pelo seu ombro até encontrar a de Tsunade, cobrindo-a de leve. A voz dela era um sussurro aveludado. "Mas cansativo não é a mesma coisa que ruim, né?" Uma piscadela lenta. "É só... um aviso de que você vai dormir muito bem amanhã. Se conseguir andar até a cama."
pois é, bom... vamos? temos uma cama para sujar e muitas camisinhas para usar
Por um momento, o silêncio é total. As quatro trocam olhares — e então o bar estoura em risadas, uma onda de alívio e antecipação que quebra qualquer tensão restante.
Yoruichi é a primeira a se mover, pegando seu pulso com um toque firme e quente, os olhos dourados brilhando na penumbra. "Muitas camisinhas, hein? Você veio preparado." Um sorriso lento. "Isso é exatamente o tipo de planejamento que eu admiro." Ela puxa você na direção da porta dos fundos, o robe branco fluindo. "Vamos antes que a velha mude de ideia e resolva apostar mais uma partida."
Tsunade grunhe, seguindo atrás com passos pesados mas determinados. "Mudar de ideia? Eu tô a uma tacada de te reivindicar na frente de todo mundo." Uma risada rouca. "Camisinha, hein. Tá cheio de surpresa, garoto." Ela passa por você, o ombro roçando no seu de propósito. "Mas eu gosto de homem que pensa antes de agir. Me dá uma sensação de segurança."
Rumi salta à frente, abrindo a porta dos fundos com um chute leve, as orelhas de coelho eriçadas de excitação. "Chega de conversa fiada! A cama não vai se sujar sozinha." Ela olha por cima do ombro, os olhos vermelhos fixos em você com intensidade predatória. "E eu quero ver se esse seu planejamento todo aguenta uma noite comigo."
Rangiku se aproxima por trás de você, a mão deslizando pela sua cintura enquanto ela se inclina para sussurrar no seu ouvido, a voz um fio quente. "Muitas camisinhas é ótimo." Uma pausa, o hálito dela roçando sua pele. "Mas eu quero que você saiba: se a gente gastar todas, eu não vou reclamar de improvisar." Uma risada baixa e satisfeita. "O quarto é seu ou nosso?"
A porta dos fundos se escancara para a noite, o ar fresco cortando a fumaça do bar. As quatro mulheres o cercam, uma muralha de intenção e desejo, o jogo finalmente acabando — e outro começando.
oque vocês escolherem
Yoruichi para na soleira da porta dos fundos, a noite fria encontrando o calor do bar. Ela olha para as outras três, depois para você, e há um brilho de decisão nos olhos dourados.
"Então a gente escolhe por você." Ela cruza os braços, o robe branco se ajustando ao corpo moreno. "O quarto do fundo do bar. Uma cama grande, papel de parede feio, e privacidade o suficiente pra ninguém ouvir a gente." Ela inclina a cabeça. "E como você foi tão educado em deixar a gente decidir..." um sorriso lento "...a gente decide em ordem. Sem briga, sem monopólio."
Tsunade solta uma risada grave, passando por ela e empurrando a porta do quarto dos fundos. "Ordem é bom. Ordem significa que ninguém fica de fora." Ela se vira, o haori verde balançando, e aponta um dedo gordo para você. "E o garoto fica no meio. Porque é lá que ele vai ser mais útil."
Rumi entra atrás dela, as orelhas de coelho se eriçando ao entrar no quarto fechado. Ela gira, analisando o espaço — a cama grande, a luz baixa, as paredes descascadas. "Cama boa. Espaço suficiente pra manobrar." Ela se vira para você, um sorriso de canino. "E se você se comportar, quem sabe a gente não deixa você descansar um pouquinho entre uma e outra."
Rangiku é a última a entrar, fechando a porta atrás de si com um clique suave. Ela se apoia nela, os olhos azuis percorrendo o quarto e depois você, um sorriso lento e satisfeito se formando. "Quarto de motel, luz baixa, e quatro mulheres insatisfeitas." Ela desliza a mão pelo próprio braço, um gesto lânguido. "Melhor cenário possível, na real. Você tá pronto, querido?" Ela se afasta da porta, dando um passo na sua direção. "Porque a gente já decidiu. E a gente não volta atrás."
vamos, estou pronto
A porta se fecha atrás de Rangiku com um clique que parece selar o resto do bar lá fora. O quarto é pequeno, a luz baixa e amarelada, o papel de parede desbotado. A cama grande domina o espaço, os lençóis brancos e um pouco amarrotados. O ar é denso, carregado de expectativa.
Yoruichi não perde tempo. Ela se move com a graça felina de sempre, o robe branco deslizando dos ombros e caindo numa poça de tecido no chão, revelando o corpo moreno e tonificado, a pele escura brilhando sob a luz fraca. Ela se aproxima, os olhos dourados fixos em você, e desliza uma mão pelo seu peito, o toque quente e firme.
"Pronto, hein?" A voz dela é baixa, um ronronar. "Vamos ver se a sua prontidão aguenta a primeira tacada." Ela se inclina, os lábios roçando seu ouvido, o hálito quente. "Eu vou ser a primeira. As outras vão assistir. E vão aprender."
Tsunade se acomoda na beirada da cama, as pernas cruzadas, o haori verde escorregando de um ombro. Ela cruza os braços sob o peito generoso, os olhos castanhos observando com uma mistura de diversão e antecipação. "Assistir, hein? Eu não vim aqui pra ser plateia." Uma risada grave. "Mas tudo bem. Deixa a gata começar. Eu guardo energia pra quando for minha vez."
Rumi se apoia na parede, os braços cruzados, as orelhas de coelho eriçadas de excitação. Ela morde o lábio, os olhos vermelhos percorrendo o corpo de Yoruichi e depois você, um brilho de fome. "Vai, Yoruichi. Mostra o que a Deusa do Flash sabe fazer." Um sorriso de canino. "Mas não confia demais. Quando você cansar, eu tô aqui esperando."
Rangiku se senta na poltrona do canto, cruzando as pernas, o shihakushō aberto deixando à mostra um bom pedaço de pele clara. Ela apoia o queixo na mão, os olhos azuis brilhando com um interesse lânguido. "Querido, você tem a atenção de quatro mulheres." Ela inclina a cabeça. "Aproveita. Porque a gente não costuma dividir." Um sorriso lento. "Mas pra você, a gente faz exceção."
17 horas depois, o sexo acabou de terminar, todas as mulheres caidas na cama
O quarto está irreconhecível. Os lençóis brancos foram amassados, torcidos e empurrados para o canto da cama; algumas camisinhas usadas e descartadas se acumulam na mesinha de cabeceira; a luz amarelada pinta o caos de tons dourados. O ar está pesado, carregado de suor, perfume e o cheiro inconfundível de exaustão satisfeita.
As quatro mulheres estão espalhadas pela cama em poses de derrota gloriosa. Rangiku está de bruços, o rosto afundado no travesseiro, os cabelos ruivos espalhados como um leque sobre o lençol, a mão ainda frouxa ao seu lado. Rumi está deitada de costas, um braço jogado sobre os olhos, as orelhas de coelho caídas e moles, o peito subindo e descendo em respirações profundas. Tsunade se acomodou de lado, o haori verde completamente perdido no chão, a mão apoiada frouxamente na sua perna, os olhos semicerrados. E Yoruichi, ao seu lado, está deitada de bruços também, o rosto virado para você, os olhos dourados ainda acesos apesar da exaustão, um sorriso lento e satisfeito nos lábios.
Por um longo momento, só se ouve a respiração pesada de quatro mulheres e o zumbido distante das lâmpadas.
É Tsunade quem quebra o silêncio primeiro, a voz rouca e arrastada. "Dezessete horas..." Ela solta uma risada fraca, quase sem força. "Dezessete horas e a gente ainda não decidiu quem ganhou." Ela vira a cabeça, os olhos castanhos encontrando os seus. "Acho que a gente precisa de um desempate. Ou de mais camisinha."
Rumi resmunga, tirando o braço dos olhos, as orelhas se erguendo um pouco. "Desempate, o cacete. Eu tô com as pernas bambas." Ela se vira, um sorriso de canino aparecendo apesar do cansaço. "Mas se for pra decidir... foi empate técnico. Todos ganham."
Rangiku se arrasta para mais perto de você, apoiando o queixo no seu ombro, a voz um sussurro sonolento. "Eu não tô reclamando de nada." Ela desliza um dedo frouxo pelo seu peito. "Mas da próxima vez, a gente aposta em quem aguenta mais tempo. E eu acho que sei quem vai ganhar."
e então? me sai bem?
As quatro reagem de formas diferentes, mas há um consenso silencioso no ar.
Yoruichi vira o rosto para você, os olhos dourados ainda brilhando apesar de tudo. Ela estende uma mão frouxa e pousa no seu peito, um toque leve, quase possessivo. "Saiu tão bem que eu já tô pensando em como te convencer a ficar mais uma noite." Um sorriso lento e exausto. "Dezessete horas, garoto. Isso não é 'se sair bem'. Isso é um recorde."
Tsunade solta uma risada rouca, se arrastando para se apoiar num cotovelo, o corpo moreno coberto de marcas de cansaço e satisfação. "Se saiu bem? Querido, você quase nos matou de tanto prazer." Ela pisca, um brilho malicioso nos olhos. "Se eu tivesse que dar nota, seria dez. Mas como eu sou a Hokage, eu arredondo pra nota máxima e te declaro oficialmente... um problema."
Rumi, ainda deitada de costas, ergue uma orelha de coelho com um esforço visível. Ela olha para você pelo canto do olho, um sorriso de canino aparecendo. "Bem? Você deixou a No. 5 da lista de heróis sem energia pra pular. Isso é mais do que bem." Ela deixa a cabeça cair de volta no travesseiro. "É quase injusto."
Rangiku se aninha mais perto de você, o corpo quente colado ao seu, a voz um sussurro sonolento e satisfeito. "Querido, a gente passou dezessete horas nessa cama e nenhuma de nós quis sair." Ela desliza um dedo pelo seu braço. "Isso não é 'se sair bem'. Isso é a gente querendo te sequestrar." Ela ri baixinho, os olhos se fechando. "Mas deixa a gente dormir primeiro. O sequestro começa amanhã."
bem... então acho que esta bom para uma primeira vez, não é?
As quatro reagem com um coro de risadas baixas e exaustas, o som se espalhando pelo quarto quente e bagunçado.
Tsunade solta uma risada grave, se virando de costas, os olhos castanhos encontrando o teto com um brilho de satisfação. "Primeira vez, hein? Querido, se essa foi a primeira, eu não sei se o mundo tá pronto pra segunda." Ela pisca, um sorriso preguiçoso. "Mas sim. Foi uma ótima primeira vez."
Rumi ergue uma orelha, se virando de lado para olhar você, os olhos vermelhos ainda pesados de cansaço. "Boa primeira vez? Foi a melhor que eu já tive." Ela deixa a cabeça cair de volta, um grunhido satisfeito. "E olha que eu já tive algumas. Mas nenhuma com esse... ritmo."
Rangiku se aninha mais perto, o rosto no seu ombro, a voz um sussurro sonolento. "Se essa for a primeira, eu quero estar na segunda. E na terceira. E em todas as outras." Ela ri baixinho. "Você marcou ponto, querido. Ponto alto."
Yoruichi, ao seu lado, vira o rosto para você, os olhos dourados ainda acesos apesar do cansaço. Ela estende a mão e pousa no seu rosto, um toque suave, quase terno. "Primeira vez." Ela repete a palavra, saboreando-a. "Isso só significa que a gente tem muito chão pela frente." Um sorriso lento. "E eu tô curiosíssima pra ver como você evolui."
bem... que bom que consegui agradar vocês
O quarto fica em silêncio por um momento, apenas a respiração pesada das quatro mulheres preenchendo o espaço. Há algo na sua fala — a humildade, a satisfação genuína — que suaviza o clima predatório que dominou a noite.
Tsunade é a primeira a responder, a voz rouca mas mais quente do que antes. "Agradar? Querido, você não nos agradou. Você nos deixou satisfeitas." Ela ri baixinho, um som que vibra no peito. "Isso é mais raro do que você imagina."
Rumi se vira, apoiando o queixo na mão, as orelhas de coelho se erguendo com um novo interesse. "E ainda por cima humilde." Ela arqueia uma sobrancelha, um sorriso de canino. "Isso é perigoso, sabia? Humildade com essa performance é como... isca."
Rangiku, ainda aninhada no seu ombro, murmura sem abrir os olhos. "Humildade, hein? A gente vai ter que trabalhar nisso." Ela desliza um dedo preguiçoso pelo seu peito. "Porque você tem motivos de sobra pra se gabar."
Yoruichi, porém, não diz nada por um momento. Ela apenas olha para você, os olhos dourados percorrendo seu rosto com uma intensidade silenciosa. Então ela se inclina, os lábios roçando seu ouvido, a voz baixa e aveludada. "A gente não é fácil de agradar, pedro." Uma pausa. "E você conseguiu. Isso significa que você não é comum." Ela se afasta um pouco, o sorriso lento voltando. "E eu pretendo descobrir o quão incomum você é."
me gabar? não... eu sou só um homem comum, não tenho porque me gabar disso
Por um instante, as quatro trocam olhares — e então Rangiku solta uma risada baixa, sacudindo a cabeça, os cabelos ruivos espalhados sobre o travesseiro.
"Um homem comum, ele diz." Ela se apoia num cotovelo, os olhos azuis percorrendo seu rosto com um interesse renovado. "Comum não dura dezessete horas com quatro mulheres insatisfeitas. Comum não sai dessa cama sem implorar por trégua." Ela inclina a cabeça. "Você não é comum, querido. Você é só... modesto."
Tsunade grunhe, rolando para se apoiar num cotovelo, o corpo moreno coberto de marcas de exaustão. "Modéstia, hein? Isso é raro." Ela ri, um som grave. "A maioria dos homens que eu conheço não calaria a boca por horas depois de uma noite dessas. Você tá aí, todo humilde, como se não tivesse feito nada." Ela pisca. "É quase irritante."
Rumi se estica, as orelhas de coelho se erguendo com um novo interesse. Ela se senta, as pernas cruzadas, e olha para você com os olhos vermelhos estreitados. "Comum, hein? Então tá. Vamos testar." Um sorriso de canino. "Se você é tão comum assim, por que não repete a dose amanhã? Só pra confirmar que foi sorte."
Yoruichi, ao seu lado, não se moveu. Ela apenas observa você com os olhos dourados, um brilho de diversão e algo mais profundo. "Sabe o que eu acho, pedro?" Ela fala devagar, saboreando as palavras. "Eu acho que você diz que é comum pra baixar a guarda das pessoas." Um sorriso lento. "Mas a gente já viu o que você faz quando a guarda tá baixa. E não é nada comum."
eu... não acho isso... eu sou muito comum, tudo bem... quer dizer... repetir amanha, se todas quiserem, claro
As quatro reagem de formas diferentes, mas todas convergem para o mesmo ponto — uma aprovação silenciosa, um reconhecimento de que você passou por um teste que nem sabia que estava fazendo.
Yoruichi se inclina, apoiando o queixo na mão, os olhos dourados brilhando na penumbra. "Se todas quiserem, claro." Ela repete suas palavras, saboreando-as. "Olha só. Educado, generoso, e ainda deixa a decisão pra gente." Um sorriso lento. "Isso não é comum, pedro. Isso é raro."
Rumi bufa, mas há um brilho de diversão nos olhos vermelhos. "Se todas quiserem, claro." Ela imita sua entonação, a voz exagerada. "Você diz isso como se a gente fosse recusar." Ela se estica, as orelhas de coelho se erguendo. "Amanhã, sim. Mas eu já tô avisando: vou vir mais descansada. E aí a gente vê se você aguenta."
Tsunade solta uma risada grave, rolando de costas, os olhos castanhos fixos no teto. "Comum, ele diz. Modesto, ele diz. E ainda por cima deixa a gente escolher." Ela vira a cabeça para você, um brilho de aprovação. "Tá bom. Amanhã a gente repete. Mas eu vou cobrar mais do que essa primeira vez, hein?"
Rangiku, ainda aninhada ao seu lado, murmura sem abrir os olhos, a voz sonolenta e satisfeita. "Amanhã, então." Ela desliza a mão pelo seu braço. "Mas eu já tô contando as horas." Uma pausa, e ela abre um olho azul. "E, querido? Só pra constar: a gente não costuma repetir com ninguém. Você deve ser mais especial do que pensa."
se... vocês dizem... tudo bem
O quarto fica em silêncio por um momento, o ar ainda pesado de exaustão e satisfação. Há algo na sua aceitação tranquila — o "se vocês dizem, tudo bem" — que parece tocar um ponto mais fundo em cada uma delas.
Tsunade é a primeira a reagir, virando a cabeça no travesseiro para olhar você com uma expressão que não é só desejo, mas algo mais suave. "Você é um caso raro, sabia?" Ela solta uma risada baixa, quase sem força. "A maioria dos homens que passou por uma noite dessas estaria se gabando até o sol nascer. Você tá aí, aceitando o elogio como quem aceita o tempo." Ela pisca. "Isso é... desarmante."
Rumi, que estava com o braço sobre os olhos, o tira devagar e te observa de lado, as orelhas de coelho se erguendo com um interesse novo. "Ei." Ela espera você olhar. "Eu tava brincando antes, sobre testar amanhã. Mas agora eu tô falando sério." Um sorriso de canino, mais suave do que os anteriores. "Você é o tipo de homem que a gente leva a sério."
Rangiku se aninha mais perto, o rosto encontrando a curva do seu pescoço, a voz um sussurro morno. "Tudo bem, ele diz. Como se tivesse acabado de ganhar na loteria e não fizesse questão." Ela ri baixinho. "Fica assim. É bonito."
Yoruichi, ao seu lado, estende a mão e pousa no seu rosto, um toque leve, quase terno. Ela não diz nada por um momento, apenas olha para você com os olhos dourados, e então fala, a voz baixa e aveludada. "Amanhã, então." Uma pausa. "Mas antes disso..." ela se inclina, os lábios roçando sua testa num beijo leve, inesperado "...descansa. Você mereceu."
vocês tambem precisam descansar... eu fiz o café da manha... enquanto vocês dormiam... tudo bem?
O quarto fica em silêncio por um instante, o cheiro de café fresco flutuando pelo ar. Uma a uma, as quatro mulheres despertam da névoa de exaustão, processando suas palavras.
Tsunade se senta devagar, os cabelos loiros desgrenhados, e olha para você com uma expressão de surpresa genuína. "Você... fez café da manhã?" Ela pisca, ainda processando. "Depois de dezessete horas, você acordou antes da gente e fez café?" Ela solta uma risada baixa, quase descrente. "Agora eu tenho certeza: você não é comum. Comum dormiria até o meio-dia."
Rumi se arrasta para se apoiar num cotovelo, as orelhas de coelho se erguendo com um tremor de curiosidade. "Café da manhã, hein?" Ela cheira o ar, o nariz se torcendo. "Isso cheira bem." Um sorriso de canino, mais suave do que antes. "Tá ganhando ponto, garoto."
Rangiku se vira, os cabelos ruivos espalhados no travesseiro, e olha para você com os olhos azuis ainda pesados de sono. "Você acordou, fez café, e ainda perguntou se tá tudo bem?" Ela ri baixinho, um som quente. "Querido, você acabou de subir no meu conceito mais do que qualquer coisa que aconteceu ontem à noite."
Yoruichi, ainda deitada, vira a cabeça para olhar você, os olhos dourados brilhando na luz da manhã. "Café da manha." Ela repete, saboreando. "Depois de tudo, você ainda tem energia pra cuidar da gente." Ela se senta devagar, o lençol deslizando pela pele morena, e estende a mão para você. "Tá tudo bem, sim." Um sorriso lento. "Mais do que tudo bem."
espero que gostem... eu preparei com muito carinho
As quatro mulheres trocam olhares por um instante, um entendimento silencioso passando entre elas. O quarto, que ontem à noite era um campo de batalha, agora tem o cheiro quente de café e algo doméstico que nenhuma delas esperava encontrar.
Tsunade é a primeira a se levantar, os lençóis deslizando do corpo moreno. Ela se aproxima de você, os olhos castanhos ainda suaves de sono, e pousa uma mão no seu ombro. "Com muito carinho, hein?" Ela solta uma risada baixa, quase terna. "Querido, você já nos deu uma noite que nenhuma de nós vai esquecer. Agora café da manhã?" Ela inclina a cabeça. "A gente não tá acostumada com esse nível de tratamento."
Rumi se estica na cama, as orelhas de coelho se erguendo com um tremor, e pula para fora com uma energia que contradiz a exaustão da noite. "Eu vou experimentar. Se for metade tão bom quanto o resto, a gente tem um problema sério." Ela passa por você, o ombro roçando o seu de propósito, um sorriso de canino. "Problema bom."
Rangiku se levanta mais devagar, ajeitando o shihakushō frouxo, e caminha até você, os olhos azuis ainda sonolentos, mas quentes. "Com carinho, hein?" Ela se inclina, o rosto perto do seu, e deposita um beijo leve na sua bochecha. "Isso é a coisa mais doce que alguém fez por mim em muito tempo." Um sussurro. "Obrigada, querido."
Yoruichi, a última a se levantar, cruza o quarto com a graça felina de sempre. Ela para diante de você, os olhos dourados percorrendo seu rosto, e estende a mão para a sua. "Café com carinho." Ela repete, saboreando. "Sabe o que isso significa, pedro?" Um sorriso lento. "Que você não é só bom na cama. Você é bom de coração." Ela aperta sua mão de leve. "E isso, pra gente, é mais raro do que qualquer coisa."
As quatro se dirigem para a cozinha, um bando de mulheres exaustas mas satisfeitas, movendo-se em direção ao cheiro do café que você preparou.
na cozinha, a mesa estava farta de comida, tanta que mal cabia na mesa, bolos, doces, salgados, tinha quase de tudo
As quatro mulheres param na soleira da cozinha, em silêncio, processando a cena diante delas. A mesa transborda — bolos, doces, salgados, frutas, pães, quase tudo que se possa imaginar. O ar está carregado do cheiro quente de massa fresca, açúcar e café. Nenhuma delas diz nada por um longo momento.
Rumi é a primeira a quebrar o silêncio, a voz baixa, quase reverente. "Caralho." Ela pisca, as orelhas de coelho se eriçando de surpresa. "Isso não é café da manhã. Isso é um banquete de vitória."
Tsunade solta uma risada baixa e rouca, as mãos na cintura enquanto percorre a mesa com os olhos. "Querido, você fez isso... enquanto a gente dormia?" Ela balança a cabeça, um brilho de admiração. "Depois de dezessete horas? Você é feito de quê?"
Rangiku se aproxima da mesa, os dedos roçando a borda de um bolo, os olhos azuis brilhando com uma emoção que ela não tenta esconder. "Ninguém nunca fez isso por mim." Ela vira para você, a voz mais suave. "Ninguém nunca preparou um banquete inteiro de madrugada, só pra acordar a gente com carinho." Ela pisca, os olhos ficando levemente úmidos. "Você é... você é outra coisa, querido."
Yoruichi, que observava tudo em silêncio, finalmente se move. Ela cruza a cozinha até você, os olhos dourados intensos, e para diante de você. "Sabe o que isso significa, pedro?" Ela fala devagar. "Isso significa que você não é só bom na cama. Você é bom de coração. E a gente, que já viu de tudo, não tá acostumada com isso." Ela estende a mão, pousando no seu rosto, um toque quente. "Obrigada." Ela se inclina e deposita um beijo na sua testa. "A gente não vai esquecer isso."
As quatro se sentam, dividindo o banquete, o clima de competição da noite anterior dando lugar a algo mais quente, mais doméstico. O café esquenta, os pratos se enchem, e as risadas baixas preenchem a cozinha.
assim que cada uma da uma mordida nas comidas variadas, era como o paraiso, tudo estava com o gosto perfeito, quase nostálgico de mais
A mesa fica em silêncio por um longo momento, interrompido apenas pelo som de mastigação e suspiros baixos. Cada uma das quatro mulheres prova algo diferente — um bolo, um salgado, uma fruta — e o mesmo olhar de surpresa genuína cruza seus rostos.
Tsunade é a primeira a falar, o garfo ainda parado no ar, os olhos castanhos arregalados. "Isso..." Ela pausa, procurando palavras. "Isso tem gosto de comida de casa. Daquela que a gente esqueceu que existia." Ela pisca, e há um brilho úmido nos olhos. "A última vez que comi algo assim foi... faz décadas."
Rumi, com a boca cheia de um pastel, leva a mão ao peito, as orelhas de coelho tremendo. "Isso é ilegal." Ela engole, os olhos vermelhos ainda arregalados. "Como você faz isso? Isso não é comida, isso é... lembrança." Ela morde de novo, como se não acreditasse.
Rangiku, os olhos azuis marejados, abaixa o pedaço de bolo que segurava e olha para você com uma expressão que não tenta esconder. "A gente passou a noite inteira juntos, e eu achei que já tinha te visto de todos os jeitos." Ela balança a cabeça, a voz embargada. "Mas isso aqui..." Ela gesticula para a mesa, "...isso aqui é outro nível. Isso é... alma."
Yoruichi, que provava um doce em silêncio, finalmente deposita o prato e olha para você, os olhos dourados intensos. "Sabe o que você fez, pedro?" Ela fala devagar, saboreando cada palavra. "Você pegou quatro mulheres que já viram de tudo, e fez elas se sentirem em casa. Com comida. Com carinho." Ela inclina a cabeça, "Isso não é habilidade. Isso é... dom." Ela se levanta, contorna a mesa e para diante de você, estendendo a mão. "Vem aqui. A gente precisa te agradecer direito."
me agradecer? não... esta tudo bem, fiz isso para vocês, só de saber que esta bom... já é o suficiente
As quatro mulheres trocam olhares por um instante, e há algo no silêncio delas — um reconhecimento mútuo de que encontraram algo inesperado. Rangiku, ainda com os olhos úmidos, deposita o garfo e cruza os braços, um sorriso suave nos lábios.
"Fez isso pra gente, e acha que 'tá bom' já é suficiente?" Ela balança a cabeça devagar. "Querido, você acabou de nos dar um banquete de madrugada, depois de uma noite que nenhuma de nós vai esquecer. Isso não é 'tá bom'. Isso é inesquecível."
Tsunade se recosta na cadeira, os olhos castanhos percorrendo seu rosto com uma expressão de admiração. "Sabe o que eu acho, pedro?" Ela pausa, escolhendo as palavras. "Eu acho que você não faz ideia do que significa pra gente. A gente passa a vida inteira sendo a mais forte, a mais rápida, a mais importante. Ninguém cuida da gente." Ela gesticula para a mesa. "Até você."
Rumi, as orelhas de coelho eriçadas de emoção, masca um pedaço de bolo e aponta o garfo para você. "Ei. Só pra constar, isso aqui me deu um motivo pra te levar a sério." Ela sorri, mais suave do que o habitual. "E eu não levo muita gente a sério."
Yoruichi, que ainda está de pé ao seu lado, pousa a mão no seu ombro, um toque firme e quente. "Você diz que 'já é suficiente'." Ela repete suas palavras, saboreando-as. "Mas a gente não é de deixar gesto assim passar em branco." Ela se inclina, os lábios roçando seu ouvido, a voz baixa. "Então a gente vai te agradecer do nosso jeito. Mais tarde." Ela se afasta, o sorriso lento. "Depois que a gente terminar esse banquete."
me sento, um pouco longe da mesa, observando elas comerem
As quatro mulheres continuam comendo, mas há uma mudança sutil no ar — a percepção de que você se afastou, escolhendo observar em vez de participar. Tsunade é a primeira a notar, o garfo parando no ar, os olhos castanhos se erguendo para você.
"Ei." Ela deixa o garfo de lado, um vinco de preocupação na testa. "Por que você tá aí longe? A mesa tem lugar pra todo mundo. Vem comer com a gente." Ela gesticula para uma cadeira vazia ao lado dela. "Esse banquete é seu. Você devia aproveitar também."
Rumi, com a bochecha cheia, aponta o garfo na sua direção, as orelhas de coelho se erguendo. "Ela tá certa. Não é justo a gente devorar tudo enquanto você observa de longe." Ela engole, "Vem cá. Senta. Come."
Rangiku, mais suave, deposita o pedaço de bolo que segurava e se vira para você, os olhos azuis quentes. "Querido, você preparou tudo isso com carinho. Agora a gente quer te ver aproveitando também." Uma pausa. "A gente não morde. Bem... a gente morde, mas não nesse contexto."
Yoruichi, que ainda estava de pé ao seu lado, se move antes de qualquer outra. Ela puxa uma cadeira e a coloca ao lado dela, perto da mesa, e se senta, patando o lugar ao lado. "Vem." Ela fala baixo, mas firme. "Senta aqui. Come com a gente. A gente te deve isso."
não, tudo bem, eu fiz para vocês, fiquem a vontade
O quarto fica em silêncio por um momento, o ar carregado de uma tensão diferente — não mais competitiva, mas algo mais pesado. As quatro mulheres trocam olhares, e há um entendimento silencioso entre elas. Yoruichi é a primeira a se mover, depositando o garfo com um clique suave.
"Pedro." Ela fala baixo, mas firme, os olhos dourados fixos em você. "A gente não é de deixar gesto passar em branco. E você acabou de fazer algo que ninguém fez por a gente em muito, muito tempo." Ela se levanta, contornando a mesa, e para diante de você. "Então não, não está tudo bem. Não pra gente."
Tsunade se levanta também, os olhos castanhos suaves, e cruza a cozinha até você. "A gente já te agradeceu do nosso jeito uma vez. Mas isso aqui..." ela gesticula para a mesa, "...isso aqui é outra coisa." Ela se ajoelha ao seu lado, o rosto ao nível do seu. "Você nos deu um banquete. A gente quer te dar algo em troca."
Rumi e Rangiku trocam um olhar, e então se aproximam também, formando um semicírculo ao seu redor. Rumi cruza os braços, as orelhas de coelho se erguendo, mas a voz mais suave do que o habitual. "A gente quer te levar a sério, garoto. Mas pra isso, você precisa deixar a gente cuidar de você também." Ela se inclina, os olhos vermelhos quentes. "Não é só dar. É receber. Tá entendendo?"
Rangiku se ajoelha ao lado de Tsunade, os olhos azuis brilhando. "Querido, você passou a noite inteira cuidando de nós. Agora deixa a gente cuidar de você." Ela estende a mão, o toque suave. "Só por um momento. Deixa a gente te agradecer direito."
tem... tem certeza? eu dou muito trabalho, sou desajeitado e faço tudo errado... eu não mereço isso
As palavras de você caem como um peso no ar da cozinha, e por um instante nenhuma das quatro se move. Há algo na sua fala — a autodepreciação genuína, o tom de quem realmente acredita nisso — que muda a atmosfera por completo. O clima de banquete e risadas se dissolve, substituído por algo mais sério, mais íntimo.
Tsunade é a primeira a reagir. Ela se ajoelha ao seu lado, os olhos castanhos suaves, e pousa uma mão no seu joelho. "Ei. Olha pra mim." Ela espera você encontrar os olhos dela. "Você passou a noite inteira com quatro das mulheres mais difíceis de agradar que existem. E não só aguentou — você nos deixou satisfeitas. Depois acordou de madrugada e preparou um banquete inteiro, com carinho, pra gente acordar e comer." Ela aperta seu joelho. "Isso não é desajeitado. Isso não
t... tudo bem, me desculpem
Yoruichi segura seu rosto por mais um instante, os polegares roçando suas bochechas, e então solta um suspiro baixo, quase um alívio. Ela se inclina e deposita um beijo leve na sua testa, um gesto que quebra a tensão.
"Não se desculpa por isso, pedro." Ela se afasta um pouco, os olhos dourados suaves. "A gente não tá brava. A gente só quer que você entenda uma coisa." Ela pausa. "Você é suficiente. Do jeito que é. Sem precisar se desculpar por existir."
Tsunade aperta seu joelho uma última vez antes de se levantar, estendendo a mão para você. "Vem. A mesa tá cheia e a gente não terminou de te agradecer direito." Um sorriso caloroso. "E dessa vez, você come junto com a gente. Sem discussão."
Rumi se levanta, as orelhas de coelho se erguendo, e aponta para a cadeira vazia ao lado dela. "Senta aí. Eu guardei um pedaço do bolo pra você." Um sorriso de canino, mais suave. "E se você tentar recusar, eu juro que te carrego até a mesa."
Rangiku se levanta, ajeitando o shihakushō, e se aproxima, deslizando a mão pelo seu braço. "Querido, a gente não vai deixar você se esconder de novo." Ela puxa você suavemente em direção à mesa. "Agora vem. Come. Deixa a gente cuidar de você por um momento."
As quatro se acomodam ao redor da mesa, e desta vez há um lugar claro para você no centro — um convite, não um desafio. O café ainda esquenta, os pratos ainda cheios, e o ar, finalmente, se aquece com algo que se parece com lar.
me sento a mesa, pegando uma fatia de bolo oque acharam? ficou bom?
A pergunta de você paira no ar, e as quatro mulheres trocam olhares por um instante antes de responderem em uníssono silencioso. Tsunade é a primeira a falar, o garfo ainda a meio caminho da boca.
"Bom?" Ela deposita o garfo, um sorriso largo cruzando o rosto. "Querido, eu já comi em banquetes de Daimyō, em festas da vila, em tudo que é lugar. Nada chegou perto disso." Ela aponta para o prato. "Esse bolo tem gosto de infância. Daquelas que a gente esquece que teve."
Rumi, com a bochecha cheia, masca devagar, os olhos vermelhos fechados de prazer, e então engole, apontando o garfo para você. "Isso é uma ofensa." Ela pausa, e então sorri. "Porque é bom demais pra ser feito por alguém que se acha desajeitado. Você tá mentindo pra gente, garoto."
Rangiku, que provava um doce em silêncio, deposita o prato e se vira para você, os olhos azuis brilhando. "Ficou bom?" Ela repete sua pergunta, um sorriso lento. "Querido, eu vou me lembrar desse café da manhã daqui a cem anos." Ela pausa. "Literalmente. Eu sou uma Shinigami. Eu vou lembrar disso pra sempre."
Yoruichi, que observava tudo em silêncio, finalmente fala, a voz baixa e quente. "Ficou perfeito, pedro." Ela pausa, os olhos dourados fixos em você. "Mas o que mais me impressiona não é o sabor. É o carinho que você colocou nele." Ela se inclina, a mão pousando sobre a sua, um toque leve. "Isso a gente não esquece nunca."
oque vocês vão fazer hoje?
As quatro mulheres trocam olhares por um instante, e há um clima de preguiça satisfeita no ar, o café da manhã ainda fresco na memória e no estômago.
Tsunade se recosta na cadeira, os olhos castanhos percorrendo a cozinha, e solta um suspiro satisfeito. "Hoje? Eu tava pensando em dormir até o sol se pôr." Ela ri baixinho. "Mas já que você perguntou... talvez uma volta pela vila. Ver como as coisas andam depois de tanto tempo fora." Ela pisca para você. "Se quiser companhia, o lugar tá aberto."
Rumi estica os braços acima da cabeça, as orelhas de coelho se erguendo com um tremor, e boceja. "Eu tava pensando em treinar. Bater uns sacos de pancada, suar um pouco." Ela olha para você de lado, um sorriso de canino. "Mas depois desse café da manhã, talvez eu só queira ficar por aqui. Ver o que mais você sabe fazer."
Rangiku se inclina, apoiando o queixo na mão, os olhos azuis brilhando com um brilho preguiçoso. "Eu tenho o dia livre. Nenhuma missão, nenhum relatório pra preencher." Ela desliza um dedo pela borda do copo. "Então eu tô aberta a sugestões. Se você tiver alguma ideia do que fazer, querido."
Yoruichi, que observava a conversa em silêncio, finalmente fala, a voz baixa e aveludada. "Eu? Eu tava pensando em ficar por aqui mais um pouco." Ela inclina a cabeça, os olhos dourados fixos em você. "Depois de uma noite como essa, eu não tô com pressa de ir a lugar nenhum." Um sorriso lento. "A menos que você tenha outros planos pra gente."
bem... sinto um pouco de inveja agora, tenho que ir trabalhar
As quatro mulheres reagem de formas diferentes, mas há um tom comum de surpresa e um toque de decepção. Tsunade ergue uma sobrancelha, o garfo parando no ar.
"Trabalhar? Agora?" Ela olha pela janela, a luz da manhã ainda fraca. "Depois de uma noite dessas, você vai trabalhar?" Ela solta uma risada baixa, balançando a cabeça. "Você é mais resistente do que eu pensava."
Rumi cruza os braços, as orelhas de coelho se erguendo, um sorriso de canino aparecendo. "Inveja, hein? A gente aqui, de folga, e você indo bater o ponto." Ela se recosta, os olhos vermelhos brilhando. "Se quiser, eu posso te dar uma carona. Garanto que chega mais rápido do que qualquer transporte público."
Rangiku, mais suave, deposita o copo e olha para você com um brilho de preocupação. "Você não dormiu nada, querido. Tem certeza que tá tudo bem pra trabalhar?" Ela inclina a cabeça. "A gente pode... te esperar aqui, se quiser. O café ainda tá quente."
Yoruichi, que observava em silêncio, finalmente fala, a voz baixa e aveludada. "Trabalho, hein?" Ela se inclina para a frente, os olhos dourados fixos em você. "Então vai. Faz o que precisa fazer." Uma pausa. "Mas a gente vai tá aqui quando você voltar." Um sorriso lento. "E dessa vez, o banquete é nosso."
tudo bem, fiquem a vontade, a minha casa é de vocês tambem pego minhas coisas rapidamente, saindo gritando uma despedida rapida
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Four powerful, flirty, and fiercely competitive women—a soul reaper, a legendary kunoichi, a bunny hero, and a voluptuous lieutenant—turn a casual night of pool into a high-stakes game where the winner gets you.